NOVA YORK - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, disse neste domingo que o governo deve manter "algum tipo" de garantia federal para permitir que os norte-americanos possam obter facilmente empréstimos para financiar casas. Esta pode ser a mais recente discussão entre o governo do presidente Barack Obama e os republicanos sobre o papel futuro do setor público americano no mercado imobiliário, informa o "Wall Street Journal".
O comunicado vai ao centro de uma das questões políticas mais vexatórias em Washington: o que fazer com as gigantes agências de crédito imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, controladas pelo governo? Ambas as empresas foram socorridas pelo governo dos EUA em 2008, enquanto cambaleavam em direção ao colapso. Até agora, o Tesouro injetou US$ 145 bilhões em ajuda para manter as empresas e essa soma poderá subir nos próximos meses. Os republicanos dizem que as agências e seu papel distorcido no mercado imobiliário são problemas a serem enfrentados imediatamente. Eles afirmam que a natureza quase estatal das agências lhes permitiu crescer a um tamanho tão grande que elas ajudaram a alimentar a crise financeira.
Geithner prometeu que a administração "trará mudança fundamental" e que ela "não conservará a Fannie e Freddie em nada do que são na sua forma atual". Ele deu as declarações ao programa de televisão Meet the Press da "NBC".
Mas, ele acrescentou, "haverá uma questão importante em dar uma olhada para preservar ou colocar em vigor uma garantia desenhada com cuidado, então novamente os mutuários terão a habilidade de tomar dinheiro emprestado e financiar uma casa, mesmo numa recessão muito difícil". As duas agências detém ou são garantidoras de mais da metade dos US$ 10,2 trilhões em hipotecas imobiliárias nos EUA. As informações são da Dow Jones.
domingo, 25 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Dieese: cesta básica cai em 16 das 17 capitais em junho
O preço médio da cesta básica recuou em junho, na comparação com maio, em 16 das 17 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Conforme a Pesquisa Nacional de Cesta Básica, divulgada hoje, as maiores reduções no valor do conjunto de produtos alimentícios essenciais foram observadas em Manaus (baixa de 5,14%), Rio de Janeiro (queda de 5,08%) e Vitória (recuo de 4,83%). A única capital onde a cesta básica registrou aumento de preços foi Goiânia (alta de 5,22%). O preço do feijão explicou a maior parte desta variação.
De acordo com o Dieese, além de Manaus, Rio de Janeiro e Vitória, outras seis cidades contaram com a cesta básica em baixa superior a 3%: Salvador (recuo de 3,85%), Recife (queda de 3,72%), Belo Horizonte (baixa de 3,71%), Natal (recuo de 3,58%), Porto Alegre (queda de 3,39%) e João Pessoa (baixa de 3,07%). Recuos superiores a 2% foram registrados em Belém (baixa de 2,94%), São Paulo (queda de 2,83%), Curitiba (recuo de 2,72%) e Fortaleza (baixa de 2,05%). Em Brasília, o preço da cesta básica caiu 1,23%.
No primeiro semestre de 2010, todas as localidades pesquisadas verificaram aumento acumulado no conjunto de preços. As maiores variações foram registradas em Recife (21,88%), Goiânia (16,88%), Natal (13,80%), João Pessoa (13,66%) e Salvador (13,49%). As cestas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro acumularam altas de 3,68%, 9,15% e 6,94%, respectivamente.
Nos 12 meses até junho de 2010, apenas em Fortaleza foi observada redução no valor da cesta (baixa de 3,58%). No período, Manaus apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos: de 10,64%. Entre as 16 cidades com variações positivas, as menores altas para a cesta ocorreram em Vitória (1,68%), Porto Alegre (1,84%) e Aracaju (4,43%). Em São Paulo, a variação acumulada positiva foi de 9,19%, em Brasília, de 6,52%, e no Rio de Janeiro, de 3,61%.
O Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.
De acordo com o Dieese, além de Manaus, Rio de Janeiro e Vitória, outras seis cidades contaram com a cesta básica em baixa superior a 3%: Salvador (recuo de 3,85%), Recife (queda de 3,72%), Belo Horizonte (baixa de 3,71%), Natal (recuo de 3,58%), Porto Alegre (queda de 3,39%) e João Pessoa (baixa de 3,07%). Recuos superiores a 2% foram registrados em Belém (baixa de 2,94%), São Paulo (queda de 2,83%), Curitiba (recuo de 2,72%) e Fortaleza (baixa de 2,05%). Em Brasília, o preço da cesta básica caiu 1,23%.
No primeiro semestre de 2010, todas as localidades pesquisadas verificaram aumento acumulado no conjunto de preços. As maiores variações foram registradas em Recife (21,88%), Goiânia (16,88%), Natal (13,80%), João Pessoa (13,66%) e Salvador (13,49%). As cestas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro acumularam altas de 3,68%, 9,15% e 6,94%, respectivamente.
Nos 12 meses até junho de 2010, apenas em Fortaleza foi observada redução no valor da cesta (baixa de 3,58%). No período, Manaus apresentou a maior variação para o conjunto dos produtos: de 10,64%. Entre as 16 cidades com variações positivas, as menores altas para a cesta ocorreram em Vitória (1,68%), Porto Alegre (1,84%) e Aracaju (4,43%). Em São Paulo, a variação acumulada positiva foi de 9,19%, em Brasília, de 6,52%, e no Rio de Janeiro, de 3,61%.
O Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Merchandising no Ponto-de-Venda
Ter um bom produto, ótimo preço, boa distribuição e muita propaganda não será suficiente para incrementar seus negócios se no "ponto-de-venda" seu concorrente atingir o consumidor mais rápido e melhor que você. As pesquisas mostram que 85 % das compras são decididas dentro da loja, o que tem levado muitas empresas a aumentar sua verba em merchandising para garantir que todo seu esforço de meses em planejamento e divulgação não seta perdido naqueles segundos finais que o cliente leva para decidir se comprará seu produto ou o do concorrente. Este livro apresenta deforma prática as respostas para garantir seu sucesso nos pontos-de-venda em tópicos como técnicas de merchandising, ações promocionais, materiais para PDV, compra por impulso, exibitécnica, vitrinismo, operação de loja, auto-serviço, percepção visual, comportamento do consumidor, mão-de-obra promocional e Código de Ética - Popai-Brasil
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